miércoles, 28 de octubre de 2015

Colóquio Internacional “Da cidade sacra à cidade laica. Dinâmicas urbanas e novas memórias”

Enviado por José Antonio Sierra

Colóquio Internacional “Da cidade sacra à cidade laica. Dinâmicas urbanas e novas memórias”
 
Nos dias 4 a 6 de novembro especialistas nacionais e internacionais debatem a importância dos antigos conventos no crescimento das cidades e o seu impacto na malha urbana atual.  O colóquio é organizado no âmbito do projeto de investigação Lx Conventos.
 
O Colóquio Da Cidade Sacra à Cidade Laica. Dinâmicas Urbanas e novas memórias que se realiza nos dias 4, 5 e 6 de novembro no auditório do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, pretende debater as transformações urbanas provocadas pela extinção das ordens religiosas em Portugal e  noutros países europeus. Especialistas nacionais, italianos, franceses, espanhóis, suecos e belgas, partilham as experiências das suas cidades a partir de projetos de reconversão e reutilização de antigos conventos, refletindo sobre o seu impacto na gestão urbana. A transformação de espaços conventuais em quartéis ou hotéis, a reconversão de antigas igrejas em teatros e cinemas, a musealização de igrejas são alguns dos temas propostos pelos conferencistas, num extenso programa que termina no dia 6 de novembro com visitas a antigos conventos de Lisboa (ver programa anexo).
Iniciado em maio de 2013, o projeto LxConventos é financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e resulta duma parceria entre o Instituto de História de Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (UNL - Universidade Nova de Lisboa), a Direção Municipal de Cultura (CML - Câmara Municipal de Lisboa), o Arquivo Nacional da Torre do Tombo (DGLAB - Direção Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas) e o NOVALINCS - Laboratory for Computer Science and Informatics, da Faculdade de Ciências e Tecnologia (UNL). Tem como investigadora principal a Professora Raquel Henriques da Silva e como objetivos estudar o impacto dos conventos no desenvolvimento, funções e imagem da cidade de Lisboa. Edificados até ao final do século XVIII, a maioria das casas religiosas de Lisboa impôs-se pela sua relevância arquitetónica e artística, pela localização privilegiada, pela escala e natureza espacial. Foram, e são ainda, edifícios de caráter excecional, marcos simbólicos da cidade e polos de transformação urbana. 
A participação no Colóquio é gratuita, mas é obrigatória a inscrição até 1 de novembro para lxconventos@gmail.com.
 
Mais informações em lxconventos.wordpress.com.
 
 
Contacto:
 



PROGRAMA
4 NOVEMBRO, 2015
09.30 Receção dos participantes
10.00 Abertura
SESSÃO 1 Moderador Luís Espinha da Silveira - Departamento de História / Faculdade de Ciências Sociais e
Humanas / Universidade NOVA de Lisboa
10.20 Da cidade sacra à cidade laica. O que nós andámos para aqui chegar...
Raquel Henriques da Silva - Instituto de História da Arte / Departamento de História de Arte / Faculdade de
Ciências Sociais e Humanas / Universidade NOVA de Lisboa
11.00 Permanences, demolitions and destructions of religious complexes in Turin (Italy) between nineteenth and
twentieth century: the case of the Visitation convent, former monastery of the Francescane scalze.
Francesco Novelli - Dipartimento di Architettura e Design / Politecnico de Torino
11.25 Pausa para café
11.45 Musealised churches or sanctified museums? Heritagization of Swedish parish churches, between secular
and sacred.
Eva Löfgren - Department of Conservation / University of Gothenburg
12.10 Reuse of former convents in Belgian towns (1773-1860).
Reinout Klaarenbeek - Department of Architecture / Faculty of Engineering / University of Leuven
12.35 Debate
13.00 Pausa para almoço
SESSÃO 2 Moderador Catarina Marado - Universidade do Algarve | Centro de Estudos Sociais / Universidade de
Coimbra
14.30 O projeto de intervenção no Mosteiro de Nossa Senhora do Desterro.
Pedro Domingos, Pedro Ribeiro e Ricardo Branco (Conferencistas convidados)
15.15 La Desamortización Eclesiástica en la Provincia de Murcia (España). Gestión del Patrimonio, Destino de los
Conventos Suprimidos e Incidencia Urbanística.
Joaquín Martínez Pino - Universidad Nacional de Educación a Distancia
15.40 La desamortización y Madrid: hacia un nuevo concepto de ciudad y de património.
María Dolores Antigüedad del Castillo-Olivares - Universidad Nacional de Educación a Distancia
16.05 Pausa para café
16.15 Da construção à desconstrução dos espaços conventuais do perímetro citadino lamecense.
Carla Sofia Queirós - Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade / Universidade do Porto
16.40 Cemitérios e(m) cercas conventuais.
Francisco Queiroz - Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade / Universidade do Porto
17.05 Debate e encerramento
5 NOVEMBRO, 2015
SESSÃO 3 Moderador Pedro Flor - Instituto de História da Arte / Faculdade de Ciências Sociais e Humanas /
Universidade NOVA de Lisboa | Universidade Aberta de Lisboa
09.30 O Colégio e a Horta dos Jesuítas em Faro: secularização, transformação arquitectónica e renovação
urbana.
Catarina Marado (Conferencista convidada) - Universidade do Algarve | Centro de Estudos Sociais / Universidade
de Coimbra
10.00 Memoria Digital: Subtis permanências arquitectónicas conventuais.
Ana Gil - Instituto Superior Técnico / Universidade Técnica de Lisboa
10.25 Memórias e vestígios arqueológicos de cinco casas religiosas de Lisboa: Convento de São Francisco, Casa
Professa de São Roque, Casa do Espírito Santo da Pedreira, Convento do Santíssimo Sacramento e Mosteiro dos
Jerónimos.
Maria de Magalhães Ramalho - Direção Geral do Património Cultural
10.50 Pausa para café
11.20 Historia del desarollo urbano en Alghero Lo Quarter: desde Collegio de Jesuitas a Quarter Militar.
Angela Simula - Scuola di Specializzazione in Beni Archeologici dell'Università degli Studi di Sassari
11.45 Compatibility, limits and loss of memory: from monastery to hotel de charme. Stories of reconversions in
Italy.
Carla Bartolozzi - Dipartimento di Architettura e Design / Politecnico de Torino
12.10 El Convento de los Jesuitas y la Plaza de la República de Perpiñán (Francia): evoluciones urbanas,
arquitectónicas y funcionales (siglos XVIII-XXI).
Esteban Castañer Muñoz - Université de Perpignan Via Domitia
12.35 Debate
13.00 Pausa para almoço
SESSÃO 4 Moderador José Aguiar - Faculdade de Arquitetura / Universidade de Lisboa
14.30 À procura de casa para o Conservatório de Artes e Ofícios de Lisboa.
Paulo Oliveira Ramos - - Instituto de História da Arte / Faculdade de Ciências Sociais e Humanas / Universidade
NOVA de Lisboa | Universidade Aberta de Lisboa
14.55 The fall of Monteoliveto: confiscation and transformation of a wide conventual insula in the historic center
of Naples, 1799-1936.
Andrea Pane & Giovanna Russo Krauss - Department of Architecture / University of Naples Federico II
15.20 Cambios funcionales y estructurales en los colegios jesuíticos de Galicia tras la expulsión de 1767.
María Rivo-Vázquez - Universidade de Santiago de Compostela
15.50 Pausa para café
16.15 O complexo monástico de S. Dinis de Odivelas: de mosteiro de clausura a colégio militar, a...?
Giulia Rossi Vairo - Instituto de Estudos Medievais / Faculdade de Ciências Sociais e Humanas / Universidade NOVA
de Lisboa
16.40 De conventos a teatros y cines. Reutilizaciones y derribos de edificios conventuales para espacios escénicos
en las ciudades españolas del siglo XIX.
Jesús A. Sánchez-García - Departamento de Historia del Arte / Universidade de Santiago de Compostela
17.05 Debate e encerramento
6 NOVEMBRO, 2015
SESSÃO 5 Moderador Raquel Henriques da Silva - Instituto de História da Arte / Departamento de História de Arte
/ Faculdade de Ciências Sociais e Humanas / Universidade NOVA de Lisboa
09.30 Trinas do Mocambo e Trinas de Campolide: aforamentos urbanos nas cercas conventuais após o
Terramoto de 1755.
Edite Alberto - Departamento de Património Cultural / Direção Municipal de Cultura / Câmara Municipal de Lisboa
09.55 Descubriendo un paisaje histórico. El espacio cercado del Monasterio de San Julian de Samos en el siglo
XIX.
Estafania López Salas - Universidad de A Coruña
10.20 Lugar do Sagrado. O contributo do Mosteiro Nossa Senhora da Luz no desenvolvimento urbano da cidade
de Lisboa e a sua relação com o homem contemporâneo.
Micaela Branco - Faculdade de Arquitetura / Universidade de Lisboa
10.45 Pausa para café
11.00 O “supprimido” Convento da Esperança e os melhoramentos urbanos: notas ao programa Oitocentista.
Elisabete Gama - Departamento de Património Cultural / Direção Municipal de Cultura / Câmara Municipal de
Lisboa
11.25 Do Convento dos Caetanos ao Conservatório Nacional - um novo uso para um velho edifício. Campanhas
arquitetónicas e artísticas.
Tiago Borges Lourenço - Instituto de História da Arte / Faculdade de Ciências Sociais e Humanas / Universidade
NOVA de Lisboa
11.50 What makes the architectural specificity of religious houses and should be preserved?
Thomas Coomans (Conferencista convidado) - Department of Architecture / Faculty of Engineering / University of
Leuven
12.35 Debate e encerramento
15.00 Visitas a antigos conventos - Convento de São Francisco, Convento de São João de Deus, Convento de Santa
Marta, Mosteiro de São Bento e Convento de Nossa Senhora da Graça (a confirmar).
 

MÁS DE 3000 PERSONAS DESCUBREN EL BANCO DEL TIEMPO GRACIAS A LA CAMPAÑA“EL TIEMPO SE MUEVE” DESARROLLADA EN 9 LÍNEAS DE LA EMT

Enviado por José Antonio Sierra 

MÁS DE 3000 PERSONAS DESCUBREN EL BANCO DEL TIEMPO GRACIAS A LA CAMPAÑA“EL TIEMPO SE MUEVE” DESARROLLADA EN 9 LÍNEAS DE LA EMT
 
Este sistema de intercambio está presente en 8 distritos de la ciudad y es coordinado por el Área de Participación Ciudadana
27/10/2015.- La campaña 'El Tiempo se Mueve' desarrollada esta mañana por el área de Participación Ciudadana del Ayuntamiento de Málaga. junto a las entidades sociales que gestionan el Banco del Tiempo y en colaboración con la Empresa Malagueña de Transportes (EMT), ha permitido que más de 3.000 personas descubran este sistema de intercambios, contando pasajeros del autobús y viandantes que se acercaban a los puntos informativos ubicados junto a determinadas paradas de máxima afluencia de público.
De 10:00 a 13:30 h. tanto personal técnico como participantes del Banco del Tiempo han informado a los pasajeros de 9 líneas de la EMT acerca de las ventajas de participar en este sistema de intercambios de servicios por tiempo, una forma de potenciar los valores de cooperación, vecindad y solidaridad donde lo importante son los conocimientos, habilidades y experiencias que todo participante posee y está dispuesto a compartir con los demás sin que medie dinero alguno.
En concreto, la campaña se llevará a cabo en las líneas:
1 Parque del Sur-San Andrés
2 Ciudad Jardín-Alameda Principal
3 Puerta Blanca-Alameda Principal-El Palo
5 Alameda Principal-Guadalmar-Parque del Ocio
8 Alameda Principal-Colonia Santa Inés-Clínico
9 Alameda Principal-Churriana
11 Universidad-Alameda Principal-El Palo
15 Virreinas-Santa Paula
22 Avd. de Moliere-Universidad
Además de informar del banco del tiempo dentro de los vehículos, se han instalado puntos de información en algunas paradas con mayor afluencia, tal es caso de la Alameda Principal esquina con la calle Marqués de Larios, Eugenio Gros-Martinez Maldonado, Mercado de Huelin, Centro de Salud Barbarela, Juan Sebastián El Cano, frente la Seguridad Social, la Facultad de Psicología, la Plaza Inmaculada de Churriana y el Polideportivo de Ciudad Jardín.
La campaña 'El Tiempo se Mueve' pretende acercarse a quien se desplaza habitualmente en autobús para estudiar, trabajar, hacer compras o realizar todo tipo de gestiones. Los  participantes han lanzado un mensaje positivo a la ciudadanía, informándoles que otras personas que viven en su mismo entorno, en sus mismos barrios, están dispuestas a echarles una mano y a compartir con ellas lo que saben, su experiencia, sus habilidades, los conocimientos que poseen sobre oficios y profesiones y lo que es todavía más importante, a disfrutar del ocio y a escucharles cuando lo necesiten.
El Banco del Tiempo es un proyecto necesario y útil en la sociedad actual, donde pesa más el individualismo por encima de lo colectivo. Un sistema de intercambio que busca acercarse de una forma especial a quien piensa que no disponen de tiempo para participar. En la actualidad son 1.890 personas de 18 a 86 años las participan en alguno de los bancos de tiempo que están activos en Málaga. Por sexos, son las mujeres las que están más implicadas en este proyecto social, sumando un 64 por ciento de los participantes. En cuando a edades, el tramo comprendido entre 46 y 55 años es el más numeroso seguido por los que tienen de 36 a 45 y los que suman más de 55 años.
Desde su creación en 2009 en la zona Pepri del Centro se ha extendido por toda la ciudad, llegando también a Carretera de Cádiz, Bailén-Miraflores, Málaga-Este, Churriana, Teatinos, Ciudad Jardín y Cruz de Humilladero. Desde la puesta en marcha del Banco del Tiempo en Málaga se han celebrado 10.415 intercambios de servicios por tiempo con un total de 24.856 horas.
Servicios tan necesarios como acompañamiento a citas médicas, respiro familiar, apoyo para hacer la compra o cuidado de animales; reparaciones en el hogar, como colgar un cuadro o arreglar un grifo que gotea; enseñanzas básicas para manejarse en la cocina, dominar las nuevas tecnologías o descubrir otro idioma; o actividades para el bienestar de cuerpo y mente, como taichí, yoga o masajes son algunas de las actividades que se pueden intercambiar en el Banco del Tiempo. Como novedades, se producen los talleres de manejo de Smartphone o los paseos en kayak.

La UGR publica “Esclavitud, mestizaje y abolicionismo en los mundos hispánicos”

Enviado por José Antonio Sierra



La UGR publica “Esclavitud, mestizaje y abolicionismo en los mundos hispánicos”
 
El libro, con edición de la profesora Aurelia Martín Casares, es un recorrido por la historia de la esclavitud, el mestizaje y el abolicionismo en países como Argentina, Cuba, Jamaica, el Virreinato de Nueva España, México, Perú, Santo Domingo, España y Filipinas
 
“Esclavitud, mestizaje y abolicionismo en los mundos hispánicos” es el título del libro que acaba de publicar la Editorial Universidad de Granada (eug) en la colección “Historia”.
Se trata de un recorrido por la historia de la esclavitud, el mestizaje y el abolicionismo en los mundos hispánicos de América, Europa y Asia, concretamente en Argentina, Cuba, Jamaica, el Virreinato de Nueva España, México, Perú, Santo Domingo, España y Filipinas.
En este volumen, pues, se dan cita diversos especialistas que tratan del pasado esclavista de estos países, “mirando al futuro  --asegura la responsable de la edición, Aurelia Martín--  desde la cooperación y la complicidad que nos ofrecen una lengua y un legado común, con sus luces y sus sombras. La memoria de la esclavitud, del mestizaje o del abolicionismo no puede ni debe ser silenciada, como la historiografía hispana ha venido haciendo hasta el momento, y por ello, este volumen constituye un avance decisivo en la investigación social”.
Según Aurelia Martín, “la esclavitud configuró, en buena medida, los contextos étnicos y socioeconómicos de los actuales países hispanohablantes, y queremos poner el acento en la riqueza del cruce de culturas que caracterizan nuestros pueblos, sin ocultar las heridas de nuestro pasado. Se trata del segundo volumen que presentamos en esta misma colección, continuación del precedente, denominado Esclavitudes Hispánicas”.
En los últimos años se ha renovado la historiografía sobre la esclavitud en España y Europa, “pero aún nos queda mucho camino por recorrer en lo que respecta al abolicionismo hispano”. Es importante, a decir de la editora, retomar una visión de águila para el conjunto del mundo hispánico, un espacio geográfico fundamental, con un grandísimo impacto en la historia universal. “De ahí el interés de publicar este libro, cuyo objetivo es ampliar horizontes y presentar una variada gama de situaciones de esclavitud, mestizaje y abolicionismo que corresponden a los mundos hispánicos repartidos por tres continentes: América, Asia y Europa”.
El volumen, de 332 páginas, consta, además de una introducción de la editora, de tres grandes capítulos sobre “América”, “Asia” y “Europa” en los que participan hasta quince profesores, investigadores y especialistas.
 
Contacto:
Profesora María Aurelia Martín Casares. Departamento de Antropología Social. Universidad de Granada. Tel.: 958242828  958243626. Correo electrónico: aurelia@ugr.es

La pensión media en esta comunidad es de 873,42 euros y de 890,88 en España

La pensión media en esta comunidad es de 873,42 euros y de 890,88 en España
 
El número de pensiones en Castilla y León se situó en 603.856 en octubre
 
La cifra total de pensiones en España se eleva a 9.335.224


  La pensión media en esta comunidad es de 873,42 euros y de 890,88 en España

El número de pensiones en Castilla y León se situó en 603.856 en octubre

La cifra total de pensiones en España se eleva a 9.335.224

27 octubre 2015.- El número de pensiones en Castilla y León se situó en octubre en 603.856  lo que representa un incremento del 0,3% con respecto al mismo mes del año anterior, según datos del Instituto Nacional de la Seguridad Social (INSS) del Ministerio de Empleo y Seguridad Social.

La pensión media en esta Comunidad Autónoma es de 873,42 euros, con un crecimiento del 2,1% en relación con el mes de octubre de 2014.

España

El conjunto del Sistema público cuenta hoy con 9.335.224 pensiones, que representa un incremento del 1,03% respecto al año pasado. Más de la mitad de estas prestaciones, 5.666.728, son por Jubilación; 2.355.555 corresponden a Viudedad;  933.976 a Incapacidad Permanente
I
 
; 339.811 a Orfandad y 39.154 a Favor de Familiares
I
 
.

La nómina mensual de pensiones contributivas de la Seguridad Social alcanzó los 8.316,57 millones de euros el pasado 1 de octubre. El gasto para sufragar el conjunto de pensiones –más de 9,3 millones- aumenta un 2,94% en tasa anual, en la línea de los últimos meses.

La pensión media de jubilación alcanzó los 1.024,95 euros, un 2,19% más respecto del mismo periodo del pasado año. En cuanto a la pensión media del Sistema, que comprende las distintas clases (jubilación, incapacidad permanente, viudedad, orfandad y a favor de familiares), se situó en 889,58  euros, lo que supone un aumento interanual del 1,8%.

La Seguridad Social hace pública cada mes esta estadística con el objetivo de ofrecer a los ciudadanos información precisa sobre la evolución del número y coste de las pensiones del Sistema.

El colectivo Las Poderosas, integrado por cinco mujeres guatemaltecas sobrevivientes de la violencia de género, realizan su segunda gira por España presentando la obra “Naciendo”.


LAS PODEROSAS TEATRO, EN LA AECID
Miércoles 28 de octubre, a las 11h en el Salón de Actos de la AECID
Avd. Reyes Católicos, 4. 28045. Madrid
 
  • El colectivo Las Poderosas, integrado por cinco mujeres guatemaltecas sobrevivientes de la violencia de género, realizan su segunda gira por España presentando la obra “Naciendo”.
  • Tras la representación, de unos 20 minutos, se establecerá un diálogo entre las protagonistas y el público.
 
Las Poderosas, un colectivo teatral de mujeres guatemaltecas que ha logrado plantarle cara a la violencia gracias al teatro, se halla actualmente de gira por España desde el 18 de octubre hasta el 6 de noviembre, presentando su obra Naciendo. Tanto esta segunda gira como la primera, realizada a finales del 2011, han contado con el apoyo de la Cooperación Española y muy especialmente del Centro Cultural de España en Guatemala, donde Las Poderosas han establecido su sede.
 
Las Poderosas surge de uno de los proyectos de la Cooperación Española que incluye la cultura para el desarrollo, junto con el enfoque de género, y que ha posibilitado que las mujeres que integran el colectivo logren superar sus vivencias de violencia y transformarlas en cultura y en ejemplo de empoderamiento.
 
Mañana, 28 de octubre, a partir de las 11:00, Las Poderosas presentarán en la AECID, en su salón de actos, fragmentos de su obra Naciendo, obra que se construye escénicamente a partir de una serie de fotografías, canciones, recuerdos, dibujos y escritos de Las Poderosas, elementos que les sirven como asidero para reconstruir sus historias, pero también para acercarse a nuevas formas de reconocer y vislumbrar la vida que habita dentro de ellas y más allá.
 
Las Poderosas Teatro es un colectivo conformado por un grupo de mujeres sobrevivientes de violencia, acompañadas por sus hijos e hijas. Lesbia, Telma S., Adelma, Rosa y Telma A. se unieron gracias a la fuerza del teatro. 
 
Entrada libre hasta completar aforo.
 
PARA CONOCER MÁS SOBRE LAS PODEROSAS: http://bit.ly/1S0lLte
 
 
Agencia Española de Cooperación Internacional para el Desarrollo (AECID)
Ministerio de Asuntos Exteriores y de Cooperación
Avda. de los Reyes Católicos 4 - 28040 Madrid
Tel. (+34) 91 583 82 65 Fax. (+34) 91 583 83 23
 

UPyD propondrá al Pleno el desarrollo de una nueva Relación de Puestos de Trabajo municipal

Buenos días,
adjunto remito nota de prensa y fotografía del portavoz del Grupo Municipal de UPyD en el Ayuntamiento de Ávila, sobre la proposición a presentar al Pleno del próximo viernes, 30 de octubre, para su máxima difusión.
Un saludo
​,


Comunicación 
​Grupo Municipal ​
UPyD Ávila


920 35 00 00 Ext. 109 
 upydavila.es       facebook.com/UPyD.AV          @upydavila


UPyD propondrá al Pleno el desarrollo de una nueva Relación de Puestos de Trabajo municipal

  • El propósito es buscar la unanimidad para la puesta en marcha de acciones que solucionen la actual disfunción en la Relación de Puestos de Trabajo (RPT).


Ávila, 28 de octubre de 2015. El Grupo Municipal de Unión, Progreso y Democracia (UPyD) en el Ayuntamiento de Ávila considera inaplazable acometer y solucionar la disfunción existente en la Relación de Puestos de Trabajo (RPT) municipal. En su programa electoral para esta legislatura incluía el desarrollo de una nueva RPT y, por ello, buscará la unanimidad del Pleno para la puesta en marcha de acciones y propuestas de mejora, tras la realización de un diagnóstico detallado y certero.

“Nuestro Ayuntamiento cuenta con una RPT que ha quedado anticuada y más aún al carecer desde el inicio de un catálogo real de puestos de trabajo. Sin organigrama, con un dimensionamiento inadecuado y carente de regulación ha generado, además de ineficacia en la Institución, un considerable desconcierto en la plantilla municipal que, en numerosas ocasiones, ha tenido que asumir responsabilidades que no les conciernen, quedando superado, provocando malestar y nuevas dificultades cuando, en realidad, estos trabajadores han sido víctimas de la  falta de previsión y de la confusión derivada de esta deficiente estructura organizativa”, ha explicado el portavoz de la formación magenta.

“Sin diseñar una estructura correcta y claramente delimitada, los servidores públicos difícilmente podremos corregir determinados conflictos; muy al contrario, si no procuramos los mecanismos para su remedio, lo único que conseguiremos es crear nuevos obstáculos. Se trata de pensar en el medio y largo plazo; es decir, diseñar una estructura fuerte pero también flexible que incremente la capacidad de respuesta ante los cambios del entorno”, ha puntualizado Javier Cerrajero.

UPyD considera adecuado constituir un grupo de trabajo plural y dinámico que realice un análisis pormenorizado, e insiste en la necesidad de concluir dicha RPT al presente mandato, carente de mayoría absoluta y con el mayor número de grupos políticos.

“Para ello, Unión, Progreso y Democracia invita al consenso para impulsar los procedimientos adecuados para iniciar un estudio pormenorizado con el fin de diseñar una estructura correctamente dimensionada y adecuada al Ayuntamiento de Ávila, con el objetivo de que el personal tenga opciones de proyección, pensando en dotar de un grado de excelencia a la casa de todos los vecinos y hacerlo viable presupuestariamente”, ha concluido Javier Cerrajero.



Más información: 
Javier Cerrajero: 639 294 504

Pablo Iglesias deja su escaño en el Parlamento Europe

Pablo Iglesias deja su escaño en el Parlamento Europeo.

El candidato de Podemos se dedicará a tiempo completo a la campaña de las generales. Tania González será su sucesora en la Eurocámara. Iglesias dijo en su día que es “una estafa a la gente” dejar un cargo electo a mitad de mandato, refiriéndose a la decisión de Esperanza Aguirre de dimitir como presidenta de la Comunidad de Madrid en 2012. La hemeroteca no perdona. [ VozPopuli, Maldita Hemeroteca ]